As primas
Sabe que em Sao Paulo a correria e as distâncias impedem a gente de poder ver algumas pessoas tanto como gostaríamos?
Com a Livia, por exemplo, sempre foi assim, principalmente quando ela morava na zona norte e eu nem sabia como fazer para chegar até lá.
Depois aconteceu com meus amigos do Logos, que cada um na sua correria era dificil uma data e um momento pra se encontrar.
Com a Cynara também, foi ficando difícil o encontro, e com a Julia Cambridge, Letícia...
E aconteceu com tantas outras pessoas mais!
E aqui eu vejo que é muito fácil ver as pessoas, até sem querer a gente se encontra pelas ruas de Sevilha... o Migui vê os pais dele e as irmas quase todos os dias e a tia e os primos dia sim dia nao... eu só conseguia ver minhas tias e primas e primos nas festas de família e depois, quando minha mae se aposentou e começou a fazer um montao de coisas com as hermanitas...
Faz um tempo que tenho pensado muito na família Kayano e na importância deles na minha vida... hoje estava escrevendo uns cartoes de aniversário e chegou um correio, um presente da minha prima Janaína, que está no Japao. Me mandou três sapatinhos cor-de-rosa e um macacaozinho que parece um kimonozinho e, claro, comecei a chorar. Depois entrei aqui e vi vários e-mails da minha prima Júlia, com sentimentos compartilhados deste mundo tao louco, grande e maravilhoso de ser mae, nao porque esteja ela também esteja grávida (a Jana sim está!), mas porque, como boa Kayano que se preze, sonha com ser mae um dia.
Sinto muita saudade das minhas primas. A gente cresceu juntas, brincou juntas, viajou juntas, rimos juntas (isso, mais que todas as outras coisas que fizemos juntas) e até fizemos complôs juntas, quando por exemplo faziam a maior enganaçao nos amigos secretos da família e decidiam, os maiores, quem ia tirar quem.
Lembro que no meu casamento toda a família Kayano ficou num canto esperando eu cumprimentar quase todo mundo antes de que eu pudesse me jogar em seus braços, em meio a gritos, risos e lágrimas... nao cobraram o protagonismo que deveriam ter porque sabem que o maior dos protagonismos todos eles, cada Kayano, já têm, que é o de viver bem dentro do meu coraçao...
Já estou chorando e aqui vou dizendo, conforme me recomendou minha Andrea Polo, explicando para esta Paulinha que cada dia se mexe mais, que estou chorando de felicidade, de saudade também, e vou contando como é esta família que dá muita, mas muita risada e mesmo há km de distância, sabe se fazer presente.
Hoje vou pra praia e tomarei um banho de mar em homenagem a esta família que eu tanto amo!!!!!!!
Com a Livia, por exemplo, sempre foi assim, principalmente quando ela morava na zona norte e eu nem sabia como fazer para chegar até lá.
Depois aconteceu com meus amigos do Logos, que cada um na sua correria era dificil uma data e um momento pra se encontrar.
Com a Cynara também, foi ficando difícil o encontro, e com a Julia Cambridge, Letícia...
E aconteceu com tantas outras pessoas mais!
E aqui eu vejo que é muito fácil ver as pessoas, até sem querer a gente se encontra pelas ruas de Sevilha... o Migui vê os pais dele e as irmas quase todos os dias e a tia e os primos dia sim dia nao... eu só conseguia ver minhas tias e primas e primos nas festas de família e depois, quando minha mae se aposentou e começou a fazer um montao de coisas com as hermanitas...
Faz um tempo que tenho pensado muito na família Kayano e na importância deles na minha vida... hoje estava escrevendo uns cartoes de aniversário e chegou um correio, um presente da minha prima Janaína, que está no Japao. Me mandou três sapatinhos cor-de-rosa e um macacaozinho que parece um kimonozinho e, claro, comecei a chorar. Depois entrei aqui e vi vários e-mails da minha prima Júlia, com sentimentos compartilhados deste mundo tao louco, grande e maravilhoso de ser mae, nao porque esteja ela também esteja grávida (a Jana sim está!), mas porque, como boa Kayano que se preze, sonha com ser mae um dia.
Sinto muita saudade das minhas primas. A gente cresceu juntas, brincou juntas, viajou juntas, rimos juntas (isso, mais que todas as outras coisas que fizemos juntas) e até fizemos complôs juntas, quando por exemplo faziam a maior enganaçao nos amigos secretos da família e decidiam, os maiores, quem ia tirar quem.
Lembro que no meu casamento toda a família Kayano ficou num canto esperando eu cumprimentar quase todo mundo antes de que eu pudesse me jogar em seus braços, em meio a gritos, risos e lágrimas... nao cobraram o protagonismo que deveriam ter porque sabem que o maior dos protagonismos todos eles, cada Kayano, já têm, que é o de viver bem dentro do meu coraçao...
Já estou chorando e aqui vou dizendo, conforme me recomendou minha Andrea Polo, explicando para esta Paulinha que cada dia se mexe mais, que estou chorando de felicidade, de saudade também, e vou contando como é esta família que dá muita, mas muita risada e mesmo há km de distância, sabe se fazer presente.
Hoje vou pra praia e tomarei um banho de mar em homenagem a esta família que eu tanto amo!!!!!!!
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